No momento é o acontecimento mais esperado,
água que jorre do céu para suprir nossa existência moderna.
Como os pássaros que cantam à sua porta, outro fenômeno da natureza que alimenta a alma.
Você já tomou um banho de chuva? Mas aquele sem medo de sentir a água bater no rosto, sem medo de molhar o corpo e a alma. Se sim, sabe exatamente qual é a sensação: de leveza e liberdade, de consciência da sua existência em meio a umidade que a chuva proporciona.
A natureza tem esse poder de nos levar até a nossa essência, tenho pena dos que preferem o material e permanecem secos sem nunca ter tido essa sensação de paz que a Mãe natureza nos traz.
Observando a chuva esse fim de tarde e sentindo ela bater no meu rosto pensei em todas as possibilidades que a vida nos proporciona e deixamos passar, estou aprendendo a viver o aqui e agora sem planejar o próximo passo ou pensar muito no discurso a dizer.
Ainda temo as armadilhas do destino, mas essas são os por menores diante da felicidade que eu posso viver quando faço a escolha de me molhar e pensar em onde você possa estar.
( Debaixo da tinta desse papel virtual saiu esse escrito poético do meu cotidiano em resposta a sua Boa companhia.)