Em algum momento dentre todos já vividos você já se auto-avaliou? Quantas vezes você esteve desanimado ou mesmo inquieto com sua vida? Nesses momentos os pensamentos estão a mil, os planos em progressão e os desejos aflorados. Esperar o ritmo das águas e o compasso do tempo se torna um martírio.
Dois mil e dezessete foi um ano em suspense, o marasmo tomou conta de todas as ações, foi um ano arrastado. O ano em que os sonhos desceram das nuvens e viraram concreto estendido no asfalto enquanto os desejos ficaram suspensos como poeira no ar.
Dois mil e dezoito trouxe-nos esse janeiro com tempestades de sonhos a serem concretizados. Sonhos que ressuscitaram-me para as vontades adormecidas, e voltei. Voltei para as nuvens, voltei para minha essência e irei a luta por todas as realizações. Sem planos ou cobranças mas livre e leve recheada de metas. Voltei para meus devaneios, voltei para a Ana. E moça, seus devaneios te salvam do mundo.
O ano passou como uma estrela cadente
Tudo aconteceuO mal e o bem
As estações e
Os trens;
O ano voou como um foguete
Sem combustível
Na rapidez
Calmaria
Ansiedade;
O ano de 2018 chegou, com ele
Os sonhos
Os medos
Sentimentos
E coragem.
O ano passou como uma estrela cadente
Esteve nele,
As derrotas
As batalhas
E as vitórias.
(Palavras de fim de ano. Ana F.)
